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Tudo sobre as mudanças do Google Page Experience – Parte 2/3

Continuando com nosso especial Tudo sobre as mudanças do Google Page Experience – Parte 2/3, nesta semana nós do Blog Agência CWS vamos conversar sobre as principais novidades no Search Console, conteúdos AMP e SXG, selo de experiência Google e o impacto que a análise aprofundada dos produtos poderá causar a e-commerces e agências de marketing digital. Vamos lá?

1. Novidades no Search Console

As atualizações ocorrem também no Search Console, ferramenta gratuita de monitoramento que permite a verificação do status de indexação e otimização do seu site.

Para acessar o Search Console, clique abaixo. Basta copiar/ colar a URL do seu site no campo indicado e esperar alguns instantes para obter o relatório:
https://search.google.com/search-console/welcome

Dentre as novidades, estão novo relatório de experiência que engloba elementos até então inéditos, como HTTPS, compatibilidade mobile, ausência de elementos sobrepostos e transmissão segura de dados. Além disso, o usuário terá mais opções de filtros e customização.

Métricas importantes do Search Console

Segundo o próprio Google, as métricas abaixo devem ser levadas em consideração no seu site, com ao menos 75% de aprovação para mobile e desktop.

– Estabilidade visual: deve-se manter inferior a 0,1;

– Velocidade: o seu site deverá começar a carregar em 2,5 segundos ou menos;

– Capacidade de resposta: o usuário deverá interagir com uma página em até 100 milissegundos após aberta.

2. O fim da relevância do conteúdo AMP…

Sigla para Accelerated Mobile Pages (páginas aceleradas para dispositivos móveis), o AMP é um projeto iniciado por empresas como Linkedin, Twitter, Pinterest e o próprio Google. Tratam-se de páginas de sites otimizadas para um carregamento veloz, quase instantâneo quando acessadas em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Com a atualização, sites que não usam AMP poderão também ser marcados como relevantes segundo o Core Web Vitals, entrando para o carrossel de destaque. E essa perda de relevância do AMP deve-se ao SXG, nosso próximo tópico:

3. …e o boom da tecnologia SXG

O SXG (Signed HTTP Exchange) permite que navegadores compatíveis (caso do próprio Google Chrome) autorizem o pré-carregamento de JavaScript, CSS e HTML de uma página, garantindo um acesso muito mais veloz ao conteúdo.

Esse carregamento antecipado deve ser de forma nativa, o que significa que as páginas só serão carregadas na primeira vez que você acessá-las no dia. Caso sua conexão caia ou você fique sem internet por alguma razão, será possível utilizar tais recursos mesmo offline, por exemplo. Bacana, né?

4. Selo de boa experiência Google

No artigo passado, conversamos sobre o conjunto de métricas que formam o Core Web Vitals. Caso você tenha perdido o artigo ou gostaria de relembrar, clique no botão abaixo e boa leitura!

Tudo sobre as mudanças do Google Page Experience – Parte 1/3

Pois bem, dentre as atualizações, haverá um novo selo de experiência nos resultados de busca. Esse selo irá mostrar ao usuário os sites realmente otimizados segundo o Core Web Vitals.

E vale lembrar que o selo não terá nada a ver com ranqueamento. Um site bem ranqueado e com anúncios pagos, por exemplo, poderá aparecer na primeira posição do Google sem oferecer o selo de experiência caso não esteja de acordo com todas as métricas do Core Web Vitals. Só o tempo irá nos dizer como isso irá impactar nos resultados de pesquisa do Google daqui para frente.

E já que estamos falando em impacto, vamos encerrar o artigo com um tópico que tem tudo para impactar a vida de e-commerces e agências de marketing digital que trabalham com SEO:

5. Análise aprofundada dos produtos

O intuito desta atualização é priorizar sites com análises aprofundadas sobre produtos. Com isso, sites especializados em um determinado assunto, que prezam pela análise técnica com textos escritos por especialistas, terão mais espaço do que conteúdos superficiais.

Para os criadores de conteúdo, essa atualização é muito bem-vinda. Reviews detalhados e completos sobre computadores, veículos, celulares, jogos e acessórios terão muito mais espaço no Google.

Essas mudanças nos algoritmos impactam diretamente a rotina de e-commerces. Torna-se necessário detalhar melhor os produtos em suas descrições técnicas, para que os mesmos tenham efeito na hora em que alguém fizer uma busca no Google. Já agências de marketing digital que trabalham com SEO devem considerar essas mudanças de algoritmo na hora de trabalhar no SEO de uma empresa online.

E quais são as questões a serem levadas em conta hora de escrever os reviews corretos, segundo o próprio Google?

– Ter conhecimento especializado;
– Identificar quais as vantagens e desvantagens;
– Escrever sobre os diferenciais do produto em relação aos concorrentes;
– Mostrar como o produto é fisicamente, ou como é usado;
– Explicar se é um novo modelo de um produto mais antigo ou se é um lançamento inédito;
– Descrever como o produto foi desenvolvido e o que as pessoas podem esperar dele;
– Elencar produtos superiores ou pelo menos comparáveis, caso haja.

Esperamos que este artigo seja sido útil a você, querido(a) leitor(a). Semana que vem estaremos de volta. Deixe o seu comentário ou pitaco, o seu feedback é muito importante para nós. Até a próxima!

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